Teresina terça-feira, 28 julho, 2026

Piauí lança ferramenta para registrar queimadas e situações de risco pelo celular

Serviço permite enviar localização, fotos e vídeos à Defesa Civil pelo aplicativo Gov.pi Cidadão ou pelo WhatsApp

A população do Piauí passou a contar com uma nova ferramenta digital para comunicar queimadas, alagamentos, deslizamentos e outras situações de risco diretamente à Defesa Civil. Lançado nesta segunda-feira (27), o serviço Óia o Risco permite que as ocorrências sejam registradas pelo celular de forma rápida e prática.

O registro pode ser feito por meio do aplicativo Gov.pi Cidadão ou pelo WhatsApp, utilizando a assistente virtual Sílvia, da Defesa Civil, disponível pelo número (86) 98878-8533.

Pelo Gov.pi Cidadão, o usuário pode informar a localização exata da ocorrência em um mapa interativo, descrever o problema e anexar fotos e vídeos que auxiliem na identificação da situação.

Já pelo WhatsApp, basta enviar a localização, uma descrição do que foi observado e imagens da ocorrência para que as informações sejam encaminhadas às equipes responsáveis.

Nesta primeira etapa, a ferramenta atende produtores rurais acompanhados pela RedColab, iniciativa desenvolvida pela Defesa Civil em parceria com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). A expectativa é que o serviço seja ampliado futuramente para comunidades tradicionais, povos quilombolas, povos indígenas e Coordenadorias Municipais de Proteção e Defesa Civil (COMPDECs).

De acordo com o Governo do Estado, todas as informações enviadas pelos usuários são centralizadas em uma plataforma utilizada pelas equipes da Defesa Civil, permitindo o monitoramento de áreas de risco e subsidiando ações de prevenção, resposta e atendimento às ocorrências.

Desenvolvido pela Empresa de Tecnologia da Informação do Piauí (ETIPI), o Óia o Risco reúne em um único ambiente digital os canais de comunicação entre a população e a Defesa Civil, facilitando o registro e o acompanhamento de situações que possam colocar pessoas e comunidades em risco.

Fonte: Ascom ETIPI.