
As ocorrências impactam diretamente no fornecimento de energia, inclusive comprometendo serviços essenciais. Nos primeiros sete meses deste ano, mais de 6.300 imóveis ficaram sem luz por conta das queimadas. Para além dos transtornos e riscos à população, essas práticas também provocam diversos prejuízos, como danos às estruturas e componentes do sistema elétrico.
Teresina lidera o ranking de ocorrências provocadas por queimadas neste ano com 29 casos. A capital vem acompanhada de Esperantina (19), Parnaíba (17), Itaueira (09), Simões (06) e Corrente (06). Além de crime previsto no código penal e ambiental, as queimadas oferecem riscos diretos à segurança e à continuidade do fornecimento de energia.
“Vale explicar que o restabelecimento da energia só ocorre após as chamas serem controladas pelos bombeiros. Portanto, é fundamental que a população denuncie e evite qualquer tipo de queimada próxima à postes, cabos e demais estruturas da rede elétrica”, declara Abraão Galeno, Executivo de Estudos de Desempenho do Sistema da Equatorial Piauí.
O que fazer em casos de queimadas?
Em caso de incêndios próximos à rede elétrica, a Equatorial Piauí orienta que ninguém se aproxime do local e que seja acionado imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo número 193. A distribuidora deve ser acionada para tomar as medidas operacionais necessárias por meio da Central de Atendimento, no número 0800 086 0800, ou pela assistente virtual Clara no WhatsApp (86) 3228-8200. A prática de queimadas é considerada crime conforme o Código Penal Brasileiro (Lei nº 2.848) e a Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal nº 9.605), que estabelece pena de reclusão e multa.
Fonte: Equatorial Piauí | Redação Equatorial Energia


