
O caso da morte da jovem Tainá da Silva Sousa, encontrada sem vida em um apartamento no residencial Torquato Neto, zona Sul de Teresina, ganhou um novo desdobramento. Segundo laudo do Departamento de Polícia Científica, a causa da morte foi asfixia mecânica provocada por ação físico-química — uma característica típica de homicídio.
A informação foi confirmada pela mãe da vítima, Valdênia Sousa, que contesta veementemente a hipótese inicial de suicídio. “Minha filha não tirou a vida dela e ela não tinha inimizade, não tinha maldade com ninguém. A minha filha foi morta. O que eu sei é que acabaram com a minha vida e com a vida da minha família, tiraram uma parte de mim. Tiraram a vida dela, eu só quero justiça”, desabafou, emocionada.
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Inicialmente, a polícia investigava a possibilidade de suicídio, já que havia indícios de que a jovem teria ingerido medicamentos antes da morte. No entanto, supostas marcas de agressão encontradas no corpo e o resultado da perícia mudaram os rumos da apuração.
Relatos de vizinhos também indicaram que Tainá teria sido vista acompanhada por um homem momentos antes de ser encontrada morta. Com essas novas informações, o caso passou a ser investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) como possível feminicídio.
A Polícia Civil segue apurando as circunstâncias e possíveis envolvidos no crime.



