
A vereadora Tatiana Medeiros (PSB), detida desde 4 de abril, teve sua prisão convertida para o regime domiciliar por decisão da juíza Júnia Feitosa, da 98ª Zona Eleitoral de Teresina. A medida foi tomada nesta segunda-feira (2), após a magistrada assumir o caso em substituição à juíza Gláucia Mendes de Macêdo, que se afastou por motivos de foro íntimo.
Medidas restritivas continuam
Embora autorizada a deixar o Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, onde estava presa, Tatiana seguirá impedida de exercer o mandato parlamentar. A Justiça também determinou o uso de tornozeleira eletrônica e o cumprimento de outras medidas cautelares, como restrições de contato e deslocamento.
Acusações e operação policial
Tatiana Medeiros é investigada por suposta participação em uma organização criminosa, além de responder por compra de votos, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Sua prisão ocorreu no âmbito de uma operação da Polícia Federal que gerou ampla repercussão no cenário político piauiense, ao revelar suspeitas de crimes eleitorais e corrupção envolvendo agentes públicos.



