
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi diagnosticado com anemia e pneumonia residual, segundo boletim médico divulgado neste domingo (14). Os exames foram realizados após sua saída da prisão domiciliar para atendimento hospitalar em Brasília.
Além dessas condições, Bolsonaro enfrenta hipertensão arterial e refluxo gastroesofágico, conforme informou o jornal O Globo. O traslado para o hospital gerou polêmica devido ao esquema de segurança adotado.
O filho do ex-presidente, Carlos Bolsonaro, criticou a operação, descrevendo-a como excessiva: O comboio tinha mais de 20 homens armados com fuzis e mais de 10 veículos batedores, deslocando-se em baixa velocidade. Isso tinha o objetivo de promover a humilhação do meu pai.
O deslocamento para exames médicos ocorre em meio à retomada do julgamento de Bolsonaro e outros sete réus no STF, relacionado à tentativa de golpe de 2023. Até o momento, não há detalhes sobre a necessidade de internação hospitalar prolongada, e a equipe médica segue monitorando seu estado de saúde.
O caso reacende debates sobre a logística e a segurança de ex-presidentes durante procedimentos médicos, bem como sobre o impacto da exposição pública nessas situações delicadas de saúde.



