
Motoristas e cobradores de ônibus iniciaram, nesta segunda-feira (12), uma greve por tempo indeterminado em Teresina. A paralisação afeta o transporte coletivo da capital.
A mobilização foi confirmada pelo Sintetro após divergências nas negociações com o poder público e empresas do setor. A categoria exige reajuste salarial, melhorias no ticket-alimentação e no auxílio-saúde.
Na última sexta (9), a classe já havia realizado paralisações pontuais nos horários de pico. No sábado (10), suspenderam temporariamente a greve após pedido da Strans, mas não receberam proposta formal da Prefeitura.
Para mitigar os impactos, a Strans iniciou o cadastramento emergencial de veículos particulares para operar no sistema de transporte durante a paralisação.
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A Justiça do Trabalho determinou que 80% da frota opere nos horários de pico (6h às 9h e 17h às 20h) e 40% nos demais períodos. O descumprimento pode gerar multa de R$ 50 mil por dia.
O Setut havia solicitado funcionamento de 100% da frota nos horários de pico e 89% nos demais, mas a solicitação foi apenas parcialmente atendida pela desembargadora Liana Ferraz.
A paralisação segue sem previsão de encerramento. Acompanhe novas atualizações sobre o impacto da greve no transporte público de Teresina aqui no Portal Repórter Piauí.



