Teresina quinta-feira, 2 abril, 2026

PRF recupera cinco motocicletas adulteradas em apenas 24 horas no Piauí

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou, na última quarta-feira (25), cinco motocicletas com sinais de adulteração e restrição de roubo ou furto durante ações realizadas nos municípios de Barras e Teresina, no Piauí. As fiscalizações fazem parte do trabalho contínuo de combate a crimes veiculares na região.

Em Barras, durante patrulhamento na PI-110, uma equipe abordou uma motocicleta com inconsistências nos elementos identificadores. Após verificação, foram constatados indícios de adulteração. O condutor informou que havia adquirido o veículo há cerca de um ano, por meio de negociação informal. O caso foi encaminhado à Polícia Civil.

Ainda na cidade, outra motocicleta foi interceptada e, após análise técnica, foi identificado que o veículo original possuía registro de roubo no município de Porto. O condutor relatou ter comprado o veículo há aproximadamente dois anos, pelo valor de R$ 9.500, pago em dinheiro.

Durante as diligências, os policiais também localizaram duas motocicletas estacionadas em frente a oficinas às margens da rodovia. Após inspeção, foi verificado que ambas apresentavam sinais de adulteração. Os veículos tinham registros de roubo e furto nas cidades de Nazária e Teresina. Nenhum responsável foi localizado, e as motos foram apreendidas.

Já em Teresina, no período da noite, uma equipe da PRF abordou uma motocicleta durante fiscalização na BR-343. A análise revelou sinais de adulteração, e posteriormente foi constatado que o veículo possuía registro de furto na capital. O condutor informou que havia adquirido a motocicleta em 2024, por R$ 7.200, também por meio de negociação informal.

Diante das ocorrências, os veículos e os envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais.

A PRF reforça que a adulteração veicular está frequentemente ligada a crimes como roubo, furto e receptação. O órgão orienta a população a evitar a compra de veículos sem procedência comprovada e a desconfiar de preços muito abaixo do mercado.

Fonte/imagem: PRF-PI