Teresina quinta-feira, 12 março, 2026

Veja quem são as três influenciadoras alvos da “Operação Laverna” por promoção de crimes digitais no Piauí

Tereza Iva (Tereza Fazendinha), Emília Brito e Thaisa Costa; influenciadoras alvos da Operação Laverna em combate a divulgação de jogos ilegais no Piauí/Foto: Redes Sociais

A Polícia Civil do Piauí deflagrou nesta quinta-feira (11/09) a Operação Laverna em Parnaíba, no litoral do Estado, visando investigar um esquema de crimes digitais envolvendo influenciadoras digitais que promoviam plataformas de apostas ilegais. A ação cumpriu medidas cautelares contra as suspeitas, coordenada pela 2ª Delegacia Seccional com apoio da Superintendência de Operações Integradas.

Quem são as investigadas

As três influenciadoras envolvidas têm grande destaque nas redes sociais, especialmente no Instagram, e são acusadas de divulgar plataformas conhecidas como “Jogo do Tigrinho”, que teriam movimentado cerca de R$ 10 milhões.

  • Thaisa Costa Machado: maquiadora profissional com quase 600 mil seguidores, atua como CEO da marca Indebeauty e ministra cursos de beleza e mentorias online.

  • Tereza Iva Gomes Freitas (Tereza Fazendinha): soma mais de 128 mil seguidores, produz conteúdo de humor e rotina doméstica, mantendo forte engajamento com seu público.

  • Emília Magalhães Brito (Emília Caju): possui mais de 94 mil seguidores, é empresária e criadora de uma marca de cosméticos, sendo reconhecida pelo conteúdo voltado ao empreendedorismo e universo da beleza.

O delegado Ayslan Magalhães, responsável pela operação, informou que as influenciadoras podem responder por: estelionato; organização criminosa; lavagem de dinheiro; divulgação de loteria não autorizada; indução do consumidor a erro

Segundo o delegado, as plataformas operavam sem autorização legal, sem mecanismos de transparência ou auditoria, funcionando de forma semelhante a cassinos online clandestinos.

Sobre a Operação Laverna

O nome da operação faz referência à deusa romana Laverna, ligada ao submundo, ladrões e práticas ocultas, simbolizando o caráter dissimulado das atividades investigadas.

A Secretaria de Segurança Pública do Piauí reforçou que continuará atuando de forma firme contra crimes digitais e contra o uso indevido das redes sociais para práticas ilícitas.

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